Mangustão Amarelo — O brilho exótico da doçura tropical
Origem & História
Raro, curioso e encantador, o Mangustão Amarelo (Garcinia xanthochymus ou outras espécies afins da família Clusiaceae), é uma espécie aparentada do famoso mangostão roxo (Garcinia mangostana), mas com frutos de coloração amarela-dourada e igualmente surpreendentes. Originário do sudeste asiático, encontrou espaço em coleções botânicas e pomares experimentais no Brasil, onde seu cultivo ainda é pouco difundido, mas altamente valorizado por colecionadores e entusiastas da biodiversidade tropical.
Sabor & Experiência
Sua polpa é suculenta, dividida em gomos macios e translúcidos, com sabor doce e ácido ao mesmo tempo, lembrando uma mistura de abacaxi, manga e maracujá. Levemente resinoso, mas extremamente refrescante, o mangustão amarelo é perfeito para consumo in natura, sucos concentrados, geleias cítricas e experiências gourmet. Um verdadeiro deleite para quem busca sabores exóticos, intensos e equilibrados.
Cultivo Ideal
Gosta de: Sol pleno a meia sombra; solo profundo, fértil, úmido e bem drenado
Regiões indicadas: Norte, Nordeste úmido, Sudeste (regiões de mata ou sombreadas), e áreas com boa umidade
Cultivo em vasos: Nos primeiros anos, sim — depois, precisa de espaço para se desenvolver
Clima: Tropical úmido; sensível ao frio e geadas
Características da Muda
Tipo: Formada por sementes ou enxertia (mais rara); crescimento lento nos primeiros anos
Produção: A partir de 5 a 8 anos, dependendo das condições climáticas
Tamanho: Árvore de médio porte (4 a 8 metros), de copa densa e folhas largas
Manutenção: Moderada — exige sombra parcial no início, irrigação frequente e solo rico
Para quem é
A muda de mangustão amarelo é perfeita para colecionadores de frutíferas raras, agroflorestas biodiversas e quem busca uma fruta ornamental, exótica e de alto valor sensorial. Seu visual encantador e sabor tropical único fazem dela uma verdadeira preciosidade botânica — o sol em forma de fruta, escondido em meio à floresta.
