Manga Espada de Enxerto — A tradição do campo com precocidade e sabor marcante
Origem & História
A Manga Espada, na sua versão enxertada, é a forma mais eficiente de cultivar essa variedade tão amada pelos brasileiros. Nativa da Ásia e consagrada no Brasil rural, especialmente no Nordeste e Sudeste, a manga espada conquistou gerações com seu formato longo e seu sabor doce e intenso. O enxerto garante fidelidade genética, frutificação precoce e maior produtividade, tornando a muda ideal para quem busca resultado rápido e frutos de qualidade garantida.
Sabor & Experiência
Com seu formato alongado e casca fina de coloração verde-amarelada (às vezes levemente avermelhada ao sol), a Manga Espada é reconhecida à distância. Sua polpa é intensamente doce, suculenta e fibrosa, com aroma forte e típico. O caroço é grande e aderente, e sua textura firme a torna excelente para consumo in natura, sucos encorpados e preparos artesanais. É a manga que remete à infância no interior e ao sabor simples e verdadeiro da terra.
Cultivo Ideal
Gosta de: Sol pleno, solo profundo, fértil e com boa drenagem
Regiões indicadas: Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste (em regiões sem risco de geada)
Cultivo em vasos: Apenas nos primeiros 1 a 2 anos; ideal transplantar para o solo definitivo
Clima: Tropical e subtropical quente
Características da Muda de Enxerto
Tipo: Enxertada (com copa da variedade “Espada” e porta-enxerto vigoroso)
Produção: Inicia a frutificação entre 2 e 3 anos, com colheita anual no final da primavera e verão
Tamanho: Árvore de porte médio a grande (chega a 8–12 metros no solo), com copa aberta e sombreira
Manutenção: Rústica, tolerante à seca após estabelecida, requer podas leves e adubação equilibrada para frutificação plena
Para quem é
Ideal para quem quer cultivar uma manga tradicional, produtiva e saborosa com rapidez e eficiência. A muda enxertada da Manga Espada é perfeita para quintais produtivos, pomares familiares e até pequenos sítios. Uma escolha que une rusticidade, precocidade e o sabor inconfundível de um clássico brasileiro — direto do tronco para a mesa, com memória e doçura em cada fruto.
