Limão Taiti de Enxerto — A essência cítrica da refrescância tropical
Origem & História
Embora conhecido como “limão”, o Taiti é, na verdade, uma lima ácida (Citrus latifolia), originária da Ásia e amplamente cultivada no Brasil. Tornou-se o limão mais consumido no país graças à sua alta produtividade, ausência de sementes e sabor marcante. A muda enxertada de Limão Taiti garante frutificação precoce, resistência superior e frutos idênticos à planta-matriz, sendo a escolha perfeita para quintais, sítios ou pomares comerciais.
Sabor & Experiência
De casca verde brilhante e aroma inconfundível, o Limão Taiti tem polpa suculenta, levemente ácida e extremamente refrescante. Sem sementes, com casca fina e fácil de espremer, é ideal para sucos, temperos, drinks (como a clássica caipirinha), marinadas, sobremesas e até cosméticos naturais. Seu sabor vibrante combina simplicidade e versatilidade — uma fruta indispensável na cozinha brasileira.
Cultivo Ideal
Gosta de: Sol pleno, solo fértil, leve e bem drenado
Regiões indicadas: Todo o Brasil, com destaque para Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste
Cultivo em vasos: Sim, com vasos grandes e podas de contenção
Clima: Tropical e subtropical — sensível a geadas fortes
Recomendações: Irrigação regular no verão, controle de pragas e adubação cítrica balanceada
Características da Muda
Tipo: Enxertada, precoce e de alta fidelidade varietal
Produção: Inicia frutificação entre 1,5 a 2 anos após o plantio
Tamanho: Porte médio (até 4 metros), adaptável com podas
Manutenção: Moderada — exige adubação, podas de formação e controle de cochonilhas e brocas
Diferenciais: Frutos sem sementes, produção abundante e uso culinário universal
Para quem é
A muda de Limão Taiti de enxerto é ideal para quem deseja ter sempre limões frescos ao alcance da mão. Seja no quintal, no vaso da varanda ou no sítio, essa variedade entrega sabor, produtividade e praticidade. Essencial para quem cultiva com intenção culinária, terapêutica ou comercial. Um verdadeiro clássico cítrico — indispensável e insubstituível.
