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Descrição

Cambucá — O segredo doce da Mata Atlântica

 

Origem & História

Nativa da Mata Atlântica brasileira, especialmente nas regiões litorâneas do Sudeste, a cambucá (Plinia edulis) é uma frutífera rara e encantadora, ainda pouco conhecida fora dos círculos de colecionadores e amantes das frutas nativas. Seu nome vem do tupi “cambuca-a”, que significa “fruto de recipiente arredondado”, em alusão à sua forma esférica, lisa e brilhante. Apesar da baixa presença em pomares comerciais, ela representa um dos maiores tesouros da flora atlântica — doce, delicada e com forte valor ecológico.

 

Sabor & Experiência

A polpa da cambucá é macia, translúcida e extremamente doce, com um sabor que lembra uma fusão entre abricó, uva, manga e baunilha. Suave e aveludada, derrete na boca e surpreende até os paladares mais exigentes. É perfeita para ser consumida in natura, mas também pode ser usada em geleias finas, mousses ou sucos especiais. Seu aroma, levemente cítrico e frutado, completa a experiência sensorial com elegância.

 

Cultivo Ideal

Gosta de: Meia sombra na fase jovem, e sol pleno na fase adulta; solo úmido, profundo e bem drenado

Regiões indicadas: Sudeste, Sul e regiões de altitude do Centro-Oeste e Nordeste

Cultivo em vasos: Sim, desde que com recipientes grandes, adubação frequente e poda de formação

Clima: Tropical úmido, subtropical e tropical de altitude

 

Características da Muda

Tipo: Formada por semente ou enxerto (enxertadas frutificam mais rapidamente)

Produção: De 5 a 10 anos por semente, ou 3 a 4 anos por enxerto

Tamanho: Porte médio (4 a 8 metros), com tronco espesso e copa arredondada

Manutenção: Média exigência — gosta de regas regulares, adubação orgânica e umidade ambiente

 

Para quem é

Ideal para o colecionador de frutas nativas, o defensor da Mata Atlântica e o cultivador que busca sabores raros, autênticos e refinados. A muda de cambucá transforma jardins e pomares em santuários de biodiversidade e memória natural. Uma fruta de aura quase mística, que oferece mais do que doçura — oferece conexão com a terra, com o tempo e com o Brasil profundo.